Aluna: Giovanna SaadImagem

(Foto tirada em frente a parede da galeria, obra não pertencente a Palatnik.)

Abraham Palatnik é um artista plastico brasileiro, nascido em Natal no dia 19 de fevereiro de 1928. É um dos pioneiros e a maior referência em arte cinética no Brasil. Suas obras contêm instalações elétricas que criam movimentos e jogos de luzes.

Imagem

W – 413, 2012 — acrílica sobre madeira — 113 x 167,5 cm

Integrou o primeiro núcleo de artistas abstratos do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou suas pesquisas no campo da luz e do movimento, responsáveis por seu reconhecimento como um dos pioneiros da arte cinética, após a menção especial do júri internacional, na l Bienal Internacional de São Paulo em 1951. Inclusive tendo quadros recusados por não saberem a qual categoria pertencia.

ImagemImagem

Aparelho cinecromático 1969/1986 — madeira,metal,   tecido sintético, lâmpadas e motor. — 112,5 x 70,5 x 20,5 cm

Imagem

Progressão, 1986 — acrílica e cordas sobre tela — 100 x 70 cm.

Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro e tem 83 anos de idade.

Comentário da exposição: A exposição contém em média 20/30 obras do artista, além de esculturas posicionadas ao centro. Todas com jogos de cor e em abstrato, sendo toda exposição organizada cronologicamente, incluindo trabalhos de 60 anos de produção artística, desde séries do início de sua carreira como Aparelhos Cinecromáticos até trabalhos mais recentes da série W. Tornando a exposição além de colorida e agradável, organizada e fácil de acompanhar.

Imagem

Sem título, 1988 — tinta a duco, cartão, duratex — 37,5 x 37,5 cm

Galeria Nora Roesler

Exposição: 19/10/2012 – 24/11/2012

Seg/Sex: 10/19h

Sab: 11/15h

Entrada gratuíta.

Endereço: Av. Europa 665

http://www.nararoesler.com.br

Telefone: 30880593 – 30632344

Giovanna Saad 3BPM

Anúncios

Imagem

 

Aluna: Julia Zaroni Fernandes

Asger Jorn nasceu em 3 de março de 1914 na Dinamarca. Foi pintor, escultor de cerâmica, artista e autor. Morreu em 1 de maio de 1971. É considerado um dos artistas mais importantes da Escandinávia no século XX. Existe um museu em Silkerborg, que se chama Jorn Museum, onde podemos encontrar mais de quinhentas obras do artista.

O trabalho do dele varia entre pinturas, desenhos, trabalhos gráficos, cerâmicas e esculturas. Desde sempre, Jorn explorou muito as técnicas gráficas. Trabalhou bastante com gravuras, litografia e xilografia.

Cartazes em cartolina preta 64x49,1cm

Título: Décollage – 1964

64×49,1 cm

Suas obras chamam atenção pelo uso das fortes cores como amarelo, preto e vermelho predominantes e marcas gestuais. É uma exposição interessante, pois as técnicas e obras mudam conforme as obras são observadas. São vários estilos diferentes de uma única pessoa em uma única exposição.

Tinta acrílica sobre papel 50,5 x 71,7

Sem título – 1973

50,5 x 71,7 cm

Serviços da Exposição:

Onde: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201

Quando: 4 de setembro a 28 de outubro de 2012

De terça a domingo, das 11 às 20 horas

Quanto: Gratuito

Tel.: (11) 2245.1900

Links Relacionados: http://www.institutotomieohtake.org.br

Maria Isabel Caldas Andrade
Visita à exposição no dia 23/10/2012 às 15h
Estação Pinacoteca do Estado de São Paulo 

Imagem

Alejandro Otero ( 07 de março de 1921 -13 de agosto de 1990) foi um pintor venezuelano de abstração geométrica,  escultor, escritor e um promotor cultural.

Entre 1955 e 1960, ele desenvolveu a série extraordinária de 75 Coloritmos , uma de suas maiores contribuições para o campo da pintura.
Em 1955, produziu seu primeiroColoritmo. Pintado com Duco , um brilhante industrial laca , aplicada com pístolas ou rolos de madeira ou acrílico , os Coloritmos são de grande escala imersiva ,são módulos  executados em suportes retangulares. Estruturada por paralelas, uniformemente espaçados, escuras faixas verticais em razão brancas, as pinturas têm marcas de cor colocados entre as bandas, que ativam toda a estrutura do plano. Nestes trabalhos, Otero conseguiu enfatizar ritmo e cor sobre a forma, resultando em uma ambigüidade sugestiva espacial típico de Op Art. Como conseqüência da óptica intensidade, cromática vibração , e movimento rítmico, o plano do quadro parece expandir-se para fora de forma dinâmica. As obras “transbordam do plano e lançam-se ao espaço arquitetônico, cingindo-o”, segundo o artista, que propôs a noção do plano como campo espacial de forças em expansão, funcionando simultaneamente como pintura, volume e arquitetura.Foram cedidos por coleções públicas e particulares.
A Estação Pinacoteca exibe mais de 40 ‘Coloritmos’.Os primeiros Coloritmos foram construídos por meio de faixas pretas e brancas, com toques de cor pura e brilhante. Entre as linhas escuras, esses acentos de cor produzem vibrações e dão origem a um diálogo entre dimensões, ritmos e espaços. Nos Coloritmos posteriores, ele transformou os toques de cor em retângulos alongados, estabelecendo um esquema mais aberto no qual as faixas, agora destituídas de continuidade, parecem formar um bloco sólido. Enquanto os primeiros Coloritmos atraíam o olhar do espectador para o interior do plano, os painéis subsequentes remetem o olhar do plano para o espaço exterior a ele.

É uma exposição muito interessante e esteticamente muito bonita. São obras de duco sobre madeira, colagens sobre papel e duco sobre madeira e acrílico. As obras que eu mais gostei são os ‘Coloritmos en Movimento’ que são as obras de duco sobre madeira e acrílico, onde a ilusão se dá através das linhas retangulares e o vidro, onde dá uma sensação de que elas estão além do planp.Infelizmente não consegui fotografar e não achei na internet,mas vale a pena conferir pois é muito interessante.

As obras tem aproximadamente 50x177cm

Imagem
Coloritmo 10

Imagem

Imagem

Imagem

Foto tirada do catálogo (única coisa que consegui)
Coloritmo 19 -ano 1957
Duco sobre madera 49,8×179,2 cm
Coloritmo 11- ano 1956
Duco sobre madera 50×177 cm

Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 São Paulo, SP
 Tel. 55 11 3335-4990
Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 (1/2 entrada). Grátis aos sábados. Estudantes com carteirinha pagam meia entrada. Crianças com até 10 anos não pagam. Idosos maiores de 60 anos não pagam.
Duração : 3 de setembro de 2012 a 6 de janeiro de 2013 
De terça-feira a domingo das 10h às 17h30

Links relacionados :

http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca/default.aspx?c=exposicoes&idexp=655&mn=100

Rodrigo Basile

Nascido em São Paulo, começou sua trajetória por volta de 1987 no bairro do Campo Limpo, trabalhando inicialmente com o pichação  e depois o grafite e enfim o “muralismo”. Nos anos 90 criou o Studio Kobra. O projeto “Muros da Memória” tem como objetivo principal modificar a paisagem urbana por intermédio da arte. Geralmente suas obras são passagens históricas da cidade onde é feita.

O grafiteiro Eduardo Kobra é um craque em transformar e resgatar, através da arte, a paisagem urbana de cidades brasileiras. Em 2009, no aniversário da cidade de São Paulo, Kobra pintou o mural de 1000 m² na avenida 23 de maio, SP, onde mostra cenas da década de 20, um confronto entre moderno e o antigo.
Em 1995, Eduardo kobra fundou o “Stúdio Kobra”, onde mantém uma equipe de feras que, sob seu comando, realiza projetos que misturam realismo e grafite. Já trabalhou para empresas como, Playcenter, Beto Carrero, Coca-Cola, Roche, Nestlé, Jonnie Walker, Chevrolet, Ford, Lodice, Samsung, entre outras.O que eu acho interessante é a forma como ele consegue contar, através de sua arte a história de São Paulo. E essas intervenções urbanas fazem que a estética da cidade pareça melhor. O trabalho dele da mais vida para a cidade, graças a essa mistura do moderno e do antigo.

Quanto: De Graça

Quando: Sempre

Onde: Av. Morumbi, Av. Helio Pellegrino, Av. Faria Lima, Av. 23 de Maio, Praça Panamericana, Rua Domingo de Morais, Av. Oscar Americano

Até quando: Indeterminado

Links relacionados: http://www.eduardokobra.com

Aluno: João Lucas Trancucci Souza
Data da visita: 17/10/2012
Local: MASP

Reconhecido como um dos mais importantes diretores russos da história do cinema, Andrei Tarkóvski – falecido em 1986 – é o homenageado da 36a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que acontece de 19 de outubro a 1º de novembro.

Paralelamente ao festival, o Masp exibirá, a partir do dia 17/10, uma exposição que mostra a vertente fotográfica do diretor. “Luz instantânea: polaroides de Andrei Tarkóvski” traz uma coleção única de 80 imagens produzidas pelo russo no formato que marcou gerações pela facilidade de impressão de fotos logo após o registro. A exibição revela a vida pessoal e profissional de Tarkóvski entre 1979 e 1984, e são documentos naturalmente ligados ao trabalho do diretor no cinema.

Outros materiais do diretor também estarão em cartaz no hall do Cinesesc até 25 de novembro. “O Espelho de Memórias” exibe 30 fotos do arquivo pessoal do cineasta e registros de filmagem, além de poemas escritos pelo pai de Andrei, o poeta Arseni Tarkóvski.

Nome do Polaroide: Giuseppe Lanci em Monterano – 28 de Abril de 1982

Uma exposição diferente mostrando um outro lado do diretor de cinema Andrei Tarkóvski e sua paixão por Polaroides, ambiente com uma luz especifica onde influencia muito na visualização dos Polaroides.

Informações:

Data: a partir de 17 de outubro a 25 de novembro de 2012.
Horários de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até 17h30), quinta-feira, das 10h às 20h (bilheteria até 19h30).
Local: Museu de Arte de São Paulo – Masp.
End.: Av. Paulista, 1578 – Bela Vista (Próximo à estação do metrô Trianon-Masp).
Preço: R$ 15 e R$ 7 (meia-entrada). Gratuito às terças-feiras.
Tel.: (11) 3251-5644

http://masp.art.br

Aluna: Melissa Mendes Faria
Data da visita: 26 de setembro de 2012
Horário: às 15:00
Local: “Memorial da Resistência de São Paulo – Pinacoteca”

Carlos Augusto Caminha Vergara dos Santos, gaúcho nascido em 1941, mudou-se na década de 50 para o Rio de Janeiro e dedicou-se à arte. Como artista, fotógrafo, e pintor, Vergara especializou-se em retratar a realidade em que vivemos e o Expressionismo. Em sua exposição chamada ‘Liberdade’, exposta no Memorial da Resistência de São Paulo, o artista transformou “os restos” da implosão do complexo presidiário Frei Caneca do RJ em arte, portanto, pintou tecidos, objetos, restos de chão e paredes usando seu repertório e criatividade. Além disso, criou quadros, vídeo e fotografias para eternizar várias histórias dentro de uma só.

A demolição regular do presídio Frei Caneca destruiu uma construção de 150 anos, porém não destruiu as marcas profundas deixadas nos indivíduos que por ali passaram. É assim que, Vergara inicia seus pensamentos para a realização de sua produção artística: a arte ligada ao ato de lembrar. Ele quer entrelaçar histórias, acabando com o esquecimento social e mostrando uma realidade vivida ou conhecida por poucos. Então, Vergara oferece uma visão de espaço penitenciário separado do caráter punitivo, sujo, triste e misterioso que todos qualificam. O papel é reter na memória do seu público algo que eles não viveram, brincando com a questão da Liberdade.

Quando ocorreu o desabamento da área penitenciária, uma nuvem de poeira mudou para sempre a visão de Vergara assim como a vida de muitas famílias que foram convidadas a se retirarem do local. O fim do presídio não libertou os presos que ali estavam e foram transferidos para o complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste do RJ.

Na exposição, diante das imagens compostas por luz e sombra, claro e escuro, razão e crítica, o artista instala num pequeno espaço, em forma de “L”, suas obras. O primeiro momento da visita era no lado externo da exposição em que se via um conjunto de portas e grades que pertenceram ao presídio. O artista cria arte em cima dessas portas e grades usando uma técnica de plotagem em policarbonato, e coloca imagens dos destroços. É uma obra de arte em que seu público está autorizado a caminhar em cima, tendo uma sensação de se sentir num lugar que não existe mais. Um detalhe percebido é que o composto desta obra de arte é praticamente amarelada.

portas e grades com plotagem em policarbonato

imagem: ferro derretido sobre os objetos coletados formando parte da obra de arte de Carlos Vergara.

meu olhar sobre um tipo de ‘olho mágico’ de uma porta do presídio Frei Caneca, do RJ.

Em seus quadros, Vergara brinca com a fluidez e usa a técnica da aquarela para mostrar as paisagens internas do presídio. Observa-se que ele procura valorizar algumas áreas deixando-as em tons claros. O artista em sua coleção de obras de arte oscila entre momentos positivos e negativos do presídio, igual uma balança. Algumas obras são caracterizadas por apresentarem cores vibrantes e um colorido impactante, e outras por prevalecerem de cores escuras tradicionais.

SEM TÍTULO, 2011
pintura, monotipia e resina sobre lona crua
130,5 x 186 cm

SEM TÍTULO, 2011
aquarela e nanquim sobre papel
30 x 42 cm

SEM TÍTULO, 2011
aquarela e nanquim sobre papel
30 x 42 cm

SEM TÍTULO, 2011
monotipla e pintura sobre lona crua
série Frei Caneca
191 x 217 cm

Em toda a exposição temos a marca do presídio, mas mesmo que tenhamos como personagem a pessoa presa, não dá para ver seu rosto. A força está contida na memória e na questão da Liberdade, mostrando que os presos são pessoas normais como todas as outras, se há algo que une pessoas e presos é que todos são filhos de Deus.

Em um vídeo exposto sobre uma pilha de pregos no chão que servia de decoração, Vergara mostra como foi o procedimento de derrubada e coleta dos objetos. Rastros, moldes dos corpos, celas, escritas nas paredes, trapos de fuga e de morada, pôsteres de mulheres nuas e sinais de solidão são destacados pelas lentes da câmera.

A exposição se torna um lugar em que se pode usufruir das características de um presídio sem ser sufocante ou desagradável. Carlos Vergara acaba por mostrar um belo que era escondido.

OPINIÃO PESSOAL SOBRE A EXPOSIÇÃO:
Gostaria de ressaltar a minha opinião diante da exposição ‘Liberdade’ de Carlos Vergara, gostei muito e aconselho que façam uma visita! A visão que o artista tem sobre um tema polêmico e como reagir quando o observa é o que encanta. Ele conseguiu trazer cor, suavidade e debate. A cor amarela usada em sua obra de arte com portas e grades me fez questionar o porquê dele ter usado essa cor.  Observando a exposição, acredito que a cor  foi escolhida com o objetivo de trazer significado em si da cor junto com o que o artista captava do presídio, ou seja, o amarelo associou-se à expressão dos pensamentos. É o poder de capacidade de julgar. Uma cor que ajuda as pessoas a assimilarem as idéias inovadoras, terem a habilidade de ver e entender os diferentes pontos de vista. Além disso, Vergara transformou sua exposição em um quebra-cabeça, em que as peças (obras) ao se juntarem formem o desenho (presídio). O artista não procura explicar os aspectos físicos de criação de uma prisão, muito menos a visão de prisão como um muro que protege de uma contaminação. Seus pensamentos giram em torno da ideia de apresentar algo criativo articulando vida, arte e cela.
Melissa M. Faria

* Serviço da exposição

Largo General Osório, 66 – Memorial da Resistência de São Paulo; Pinacoteca.
21 de julho a 14 de outubro de 2012
de terça-feira a domingo das 10h às 17h30
Entrada grátis.
Tel: (11) 3335 4990

Links relacionados: ocorrerá no dia 29 de setembro de 2012 o lançamento do livro ‘Liberdade’, com o artista e o crítico Moacir dos Anjos.

Lygia Clark: Uma retrospectiva

Esta exposição traz um panorama da artista, que busca pesquisar os limites da pintura e da escultura à investigação do corpo. Há obras inéditas da artista na mostra e também tem a possibilidade de interagir e experimentar algumas formas criadas por ela.

Eu achei bem interessante essa exposição, pois havia uma mistura de várias formas de arte, como quadros, esculturas, mídias, etc.. Eram três andares apenas com a mostra da artista.

Lygia Clark é uma artista contemporânea, seus quadros eram bem geométricos com o tema ”Dobras”.

Superfície Modulada 20 – 1956
tinta industrial sobre madeira
Coleção de Lula Buarque de Holanda e Letícia Monte
1m 10cm x 80 cm

Planos em Superfície Modulada – 1957
grafite e guache sobre cartão
Coleção Particular
40cm x 30cm

Sem Título – 1952
grafite sobre papel
Coleção Particular
20 cm x 30 cm / 30 cm x 40 cm

Superfície Modulada – 1957
tinta industrial sobre madeira
Coleção de Marcos Ribeiro Simon
80cm x 50cm

Tinha uma maquete também. Pelo o que eu li é uma combinação com as pinturas geométricas.

Maquete – Quarto Montável

Haviam esculturas também, eram bem diferentes, até um pouco difícil de compreensão, mas isso vai de acordo com a imaginação e repertório de cada um. Tirei fotos das que eu achei mais interessante.

Bicho o Antes é o Depois – 1963
alumínio
Coleção de Rose & Alfredo Setubal

Caixa Trepante – 1963
cobre e latão
Coleção Particular

 

No outro andar havia uma exposição de roupas e de objetos sensoriais. A artista buscava acabar com as barreiras entre o espectador e o artista, fazendo com que através de alguns objetos, consigam sentir o que o artista está propondo. Tem um toque de terapia em suas obras. Haviam máscaras sensoriais que eram bem assustadoras..

Roupas Sensoriais – 1967
cerca de 20 roupas

Máscaras Sensoriais – 1967

 

Havia também um espaço multimídia onde passava alguns curtas sobre ela, sobre as sensações que suas obras causam e sobre mais alguns artistas.

Espaço Mídia
transmissão de curtas

Enfim, é uma exposição bem legal e interessante. Gostei bastante, por ser estranho, diferente, acaba prendendo a atenção do espectador.

Serviços da exposição:

Quanto: entrada franca

Quando: 25/09/2012 – 14h

Onde: Itaú Cultural – Avenida Paulista, 149, São Paulo

Até quando: A exposição vai até 11 de novembro, de terça a sexta 9h à 20h e de sábado a domingo 11h às 20h

Links relacionados: http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2841&cd_materia=2003 (site do Itaú Cultural, onde contém mais informações sobre a exposição)